História do Trânsito
HISTÓRIA
O homem nada mais é do que um conjunto psicofísico . Preconizando o aspecto físico ele começou a movimentar-se, utilizando os pés e as pernas. Por seu próprio instinto de sobrevivência, pois necessitava de alimentos, água, defender-se das agressões do animais e das intempéries. Este próprio ente pré-histórico descobre que atirando um tronco ao rio ele bóia e se desloca, também não foi difícil conhecer que essa madeira flutuando poderia carregar pessoas ou objetos sobre ela e que também obedecia determinados comandos. Desse tronco de árvore o transporte sofre uma evolução para a balsa e desta para a canoa.Por volta do ano 4 000 a. C., na Mesopotâmia, um sumeriano descobriu o maor invento do homem em todos os tempos: A RODA. Um desenho encontrado na Suméria, datado de 3.500 a. C., salienta a primeira notícia da existência de um veículo, o qual destinava-se ao transporte de mortos, ou feridos nas guerras.O sucessivo processo de evolução permitiu em 1.765, que o oficial do exército francês Nicolas Cugnot, chegasse ao invento do automóvel para transporte de peças de artilharia. Tentou realizar o transporte com uma locomotiva, mas não teve sucesso, precisou um veículo de maior mobilidade. Assim surge o automóvel. “ Do Grego autus que quer dizer próprio – e do latim mobilis que significa móvel”. Com o motor térmico utilizado nos automóveis, fato creditado a Gottlieb Daimier em 1890, a indústria automobilística passou a expandir-se e aperfeiçoar-se vertiginosamente em todo o universo.
DESENVOLVIMENTO E SEGURANÇA
Em posicionamento paralelo, todavia, contrários a esta exploração desenvolvimentista, surgem outros fenômenos de real importância: são os acidentes. Estes elementos comprometem a segurança dos povos e anulam em boa parte todo o êxito alcançado no campo econômico.O primeiro acidente que se tem notícia encontra-se registrado na mitologia e refere-se a queda que resultou em óbito, sofrida por Ícaro quando tentava fugir, desafiando a lei da gravidade sem o devido domínio.Na história são inúmero os acidentes que afastam da convivência social pessoas de relevante importância comunitária, cultural, etc. Por outro lado, números incomensuráveis, registram, diariamente, fatos semelhantes com trabalhadores anônimos que por ação de acidentes deixam suas famílias, na maioria das vezes, desamparadas.
Funciona sempre a lei da compensação: de um lado a sociedade progride no avanço tecnológico de máquinas e inventos que facilitam o desempenho das atividades hodiernas; por outro lado fragiliza o sistema de segurança anteriormente desenvolvido. Pois o usuário crê que o aperfeiçoamento e a agilidade da máquina, também desenvolva segurança, o que na realidade não acontece. As melhorias e facilidades apresentadas nas máquinas contemporâneas, sempre exigem do o operador uma certa dose de cuidado, pois nenhum sistema de segurança é perfeito. O desenvolvimento na indústria, na agricultura, no transporte e nos outros segmentos responsáveis pela satisfação das necessidades humanas, nem sempre atendem a segurança plena para quem atua nessa atividade.Todos afirmam que os acidentes de trânsito precisam ser evitados, mas ate hoje ninguém apresentou um modelo capaz de dar cabo a esse fantasma que assola a malha viária, tanto do Brasil, quanto em outros países.
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