segunda-feira, 21 de maio de 2012

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DISCURSO POLÍTICO

      ANTES DA POSSE

 

Nosso partido cumpre o que promete.

 

Só os tolos podem crer que

 

não lutaremos contra  a corrupção.

 

Porque, se há algo certo para nós, é que

 

a honestidade e a transparência  são fundamentais.

 

para alcançar nossos ideais

 

Mostraremos que é grande estupidez crer que

 

as máfias continuarão no governo, como sempre.

 

Asseguramos sem duvida que

 

a justiça social será o alvo de nossa ação.

 

Apesar disso, há idiotas que imaginam que

 

se possa governar com as manchas da velha política.

 

Quando assumiremos o poder, faremos tudo para que

 

se  termine com os marajás e as negociatas.

 

Não permitiremos de nenhum modo que

 

Nossas crianças  morram de fome.

 

Cumpriremos nosso propósitos mesmo que

 

Os recursos econômicos do país se esgotem.

 

Exerceremos o poder até que

 

compreendam que

 

somos a nova política.

 

                                   NB: APÓS A POSSE:    leia de baixo para cima.

 

 Fonte: <marcos@profnet.com.br>


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Doutorado

Doutorado.

 

 

                        Tenho feito muito esforço para ver se entendo, a intenção, o objetivo, onde pretendem chagar os  veículos de comunicação, rádio, jornal e televisão, enfim  a mídia em em geral. Grande emissoras, divulgam  incansávelmente fatos que não interessam a ninguém, a não ser para os que pretendem entrar,  permanecer ou aperfeiçoar  suas atividades no mundo do crime. A mídia fica uma semana ou mais acompanhando, noticiando e comentando hipóteses mescladas com acontecimentos quem nem sempre é o verdadeiro. Fatos que não sabem se foi bem assim que aconteceu, mas. . . , comentam e emitem opiniões que nem sempre são as que aconteceram. Quando foi amplamente veiculado o caso do “Galdino”, (lembram? O índio que jovens atearam fogo) após a divulgação, muitos outros casos semelhantes ocorreram em diversas localidades. Sintetizando, qualquer barbárie que ocorra lá estão os repórteres enviando notícias ruins para todos os seus ouvintes, e repetem, e sugerem e imaginam mil e uma hipóteses, para manter o assunto em evidência. Quando a polícia realiza uma apreensão, nunca falta um repórter e um policial, ás vezes graduado, dando os detalhes de como rastreou a investigação. Dando toda orientação para que os outros criminosos, quando cometerem delitos semelhantes tenham a devida  cautela para  não praticarem atos que deixem pista para os investigadores descobrirem o delito. Estes procedimentos fazem com que, os delinqüentes aperfeiçoem  suas atividades criminosas e permaneçam no seio da sociedade como se nada tivesse acontecido. A quem de nós interessa saber como ocorreu a investigação da Policia Judiciária  para esclarecer o fato delituosos e indiciar os autores? Interessa-nos sim, ver os delinqüentes recolhidos em estabelecimento carcerário e, tão-somente isso. A comunidade deseja e precisa que os bandidos estejam presos e que lá permaneçam sem a proteção da nossa frágil, ultrapassada e inadequada legislação penal.  As pessoas que trabalham, estudam ou desempenham qualquer outra atividade lícita tenham o direito de usufruir,  da segurança que a legislação lhes contempla. Ou será que os veículos de comunicação, estão desviando o nobre foco da informação, para oferecer subsídios que oportunizem o aperfeiçoamento  do “modus operandi” do criminoso?  O mais preocupante, através do patrocínio dos noticiários os senhores empresários financiam, indiretamente, o aperfeiçoamento dos meliantes para assaltarem suas próprias empresas. Será que este aperfeiçoamento vai continuar  por muito mais tempo ou as empresas vão parar de doutorar bandidos através de noticiários veiculados por apresentadores de programas que visam aprimorar delitos contra pessoas e patrimônio?

MINGUANTE DE DEZEMBRO DE 2008

CALTARS – “TO”

 

 

 


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Cante Nossos Temas no Autêntico Compasso Gaúcho

 

                        Por incrível que pareça, a grande maioria dos gaúchos do Rio Grande do sul, desconhecem as decisões tomadas  pelos   Órgãos  Tradicionalistas. Quando conhecemos esta afirmativa, ficamos surpresos e, isto fez com que trouxéssemos  até nossos leitores uma posição, aprovada no 44º Congresso Tradicionalista realizado no início deste ano na cidade de Passo Fundo. Esta  Proposição refere-se a música gaúcha e diz o seguinte: “Sabedores de que a música acompanha o homem desde os primórdios, sendo ela uma forma de  expressar seu estado de espírito, e por isso, ser dotada de relevada importância em todo local onde houve vida, não menos importante ela é dentro do Movimento Tradicionalista Gaúcho. É do nosso conhecimento que a musicalidade ganhou notoriedade e desenvolveu-se tendo como palco as galpões de estância, aos arredores do fogo de chão, de rodas de mate onde os homens riograndenses ( gaúchos) reuniam-se após as lidas de campo, os serviços do dia-a-dia e nos  intervalos de batalhas. Tendo em vista este cenário onde a música de desenvolveu, encontramos em seus versos, uma linguagem própria do gaúcho, com descrições que nos possibilitem imaginar as paisagens riogrnadenses, deixando claro o amor à terra, tudo isso ao som de singelas  melodias.  Com o passar dos anos, a nossa músicas teve um grande progresso, melódico e estrutural. Os profissionais da área evoluíram nos seus estudos musicais, as composições ganharam feições evolutivas, tanto instrumentistas quanto vocalistas, em grande número, hoje aperfeiçoaram seus talentos com vistas a acompanhar as exigências do consumidor fazendo com que, pouco a pouco, a música tradicionalista e nativista esteja ganhando espaço na mídia, embora esta ainda seja a nosso juízo, nos principais canais e espaços, preconceituosa e protecionista de uma casta. A mesma música gaúcha, mercê da sua crescente   qualificação, cada vez mais se populariza  e difunde    por grande parte do país, sendo a primeira atração para o tradicionalismo e a principal vitrine da cultura gaúcha. Ressalte-se, oportunamente, de que a evolução da música, também, se deve ao capricho e ao grande investimento tecnológico  que muitos conjuntos fizeram, dotando as suas  apresentações de grandes aparatos de som, luz e imagem. Com a desculpa de agradar o maior    número de  espectadores e visando meramente objetivos comerciais. Alguns músicos e conjuntos musicais, estão gravando e trabalhando com músicas de baixíssimo nível cultural e mesclando ritmos tradicionais com a proposta de não ser daqui nem dali. Operam, com isso, uma preocupante descaracterização de conquistas rítmicas  já implantadas  à  sociedade dentro do nosso cancioneiro tradicionalista. O problema se agrava uma vez que a mídia, em regra em mão de profissionais e produtores que, embora com boa vontade, não têm o discernimento de selecionar  seus programas, aqueles artistas efetivamente comprometidos com os ditames de austeridade e com trabalhos de bom nível cultural, convidam  e projetam a todas as tendências, levando ao telespectador e ouvinte, muitas vezes, a imagem errada de que tudo está certo, tudo esta dentro do gauchismo e que apenas uns são mais modernos do que os outros. Ora, o modernismo de que precisamos deve ser manifestado de várias formas, como já vimos, menos fazendo fusão e consequentemente confusão nos ritmos sedimentados  ou ainda abordando temas oportunistas, efêmeros, banais e inconseqüentes.  Esse modernismo não serve ao nosso Movimento Tradicionalista. É o nosso ponto de vista”. De imediato a esta fundamentação os autores apresentaram uma justificativa:  “1 – Considerando o artigo XX da Carta de Princípios:  ( zelar pela pureza e fidelidade dos nossos costumes  autênticos combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais). 2 – Considerando que a música gaúcha é a principal vitrine da cultura gaúcha, não podemos desenvolvê-la com um modismo inconseqüente , ou em busca de objetivos individuais sem nos preocuparmos com a influência que ela exerce nesta cultura. 3 – Considerando que muitos dos profissionais da música gaúcha, exercem a atividade sem  um mínimo de preocupação com a cultura gaúcha. 4 – Considerando que existe a necessidade de que os dirigentes, em todos os níveis do MTG dediquem maios atenção na questão autenticidade da música gaúcha. 5 – Considerando o tema proposto e aprovado no 42º Congresso Tradicionalista: “Com Consciência Tradicionalista rumo ao Terceiro Milênio”. 6 -  Considerando que alguns conjuntos musicais e artistas que atuam individualmente não se mantém fiéis a estrutura dos ritmos e temas pertencente ao nosso gauchismo, misturando aos ritmos já conhecidos deturpam a autenticidade e confundem a população, mormente as gerações mais novas, que os vêem e os ouvem, com certa projeção na mídia, parecendo serem porta-voz da mais representativa cultura gauchesca. 7 – Considerando que alguns artistas e conjuntos musicais em suas apresentações, não estão usando a pilcha gaúcha de forma completa. Seja o uso pela metade, seja a sua descaracterização. 8 – Considerando que os músicos, com seu trabalho, são os maiores influenciadores do Movimento Tradicionalista Gaúcho, seja no palco, nos cartazes, no rádio, na televisão, no jornal ou no disco. Sugerimos: 1º – O MTG recomende que os CTGs alinhados a ele, contratem somente conjuntos e artistas com efetivo comprometimento com os parâmetros do  Movimento, ou seja, que toquem ritmos e temas autênticos. E ainda, que si pilchem com rigor e tenham postura de tradicionalistas, fora e encima do palco. OBS: ressalta-se aqui o fato de que muitos integrantes de conjuntos mais dançam no palco do que tocam.  2º – Esta seria a forma de prestigiar a quem efetivamente luta e trabalha pela expansão e seriedade do Movimento, como também, alerta ainda em tempo, aqueles  que deturpam, muitos aliás, sem a consciência do que fazem e para que, se fizerem, mudando a sua  conduta e postura, passam a fazer parte de nossas fileiras. 3 – Dado a gravidade do caso, sugerimos e esperamos atitude firme do MTG, já neste Congresso. Que saiam daqui já orientados os senhores patrões de CTGs, naquilo que deverão fazer sobre o assunto. Finalmente  preocupados com os  rumos que partem da música gaúcha está tomando propomos com muita humildade mas com altivez, de que para 1999, o MTG tenha como objetivo principal a ser seguido a seguinte lema: “CANTE NOSSOS TEMAS E TOQUE NO AUTÊNTICO COMPASSO GAÚCHO”. Esta proposição está assinada pelos tradicionalistas: Flávio Marcolim, Marcos Rogério de Souza ,  Ricardo Abel Guarnieri e  Dautro Soares. Foi aprovada no Congresso Tradicionalista de Passo Fundo e, está em vigor em todas as instituições filiadas ao Movimento Tradicionalista Gaúcho do Rio Grande do Sul. Com tudo isso, ainda existem alguns “patrões”e outros “entendidos”em tradicionalismo que por desconhecimento ou para parecer simpático ou ainda ( se fazer porca vesga para comer milho em dois cochos), não tomam nenhuma providência sobre o que eles ou seus representantes aprovaram.

 

                        Minguante de dezembro de 2008

                        CALTARS – “TO”.


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Uso do Chiripá

                        Registra Edson Acri, em sua obra O GAÚCHO, página 142. “Nessa época. Acontece uma total combinação de peças e indumentárias do período anterior e da vestimenta que surge nesse período. Entre as peças de vestir de épocas passadas, encontramos, no homem peão: as botas de potro, (botas garrão de portro) cereulas de crivo, chiripá farroupilha de pala ou de saco de aniagem, a faixa de lã, jaleco, lenço no pescoço, chapéu de feltro, calção comprido de lã e, jaqueta”.  Portanto, chiripá usado por peões nos idos de 1750. Escreve João Carlos D’avila Paixão Cortes, em sua obra O GAÚCHO, página 139 – Editora GARATUJA. cita ”Romaguera Correa, ao dicionarizar chiripá, o descreve como:  vestimenta usada pelos peões de estância ou camponeses. Fernando O. Asunçao:  “Pilchas Gúchas – Ussos y Costumbres Del Gaúcho – Editora Emecé. Página,145 “. . . posteriormente se  suministraba a los índios, um gorro, uma camisa, unos calzones y um poncho, pero este estuvo muy lejos de eliminar el uso de aquella prenda tan simple y comoda, especialmente em lãs faenas de campo y em particular em aquellas largas jornadas a caballo de la region de la Vaqueria Del Mar,  nuestro atual território. Pero hay mas: hasta el  nombre a mi juicio es de este origem misionero-guarani. Em nuestra lengua el vocábulo chiripa, significa cosa de poça monta o valor, casual de menor importância. Resultará asi que para los Padres, los índios catequizados eram vestidos de chiripa. . .Vocabulário Sul-Rio-Grandense de Romanguera Correa, Antonio Coruja, Luiz Carlos Moraes e Roque Calage – Editora Globo, página 127. “s. m. baeta encarnada que os  peões usam trazer ao redor da cintura. – s. m. vestimenta usada pelos peões de estância ou camponeses ou camponeses que consta de uma peça de fazenda quadrilátera. – s. m. vestimenta rústica usada pelos campeiros. . Dicionário de Regionalismo do Rio Grande do Sul. Rui e Zeno Cardoso Nunes. Martins Livreiro Editor. Página 115. “ s. Vestimenta rústica, sem costuras, usada antigamente pelos homens do campo. . Caderno “2” do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore – Antonio Augusto Fagundes,  página 16. . . . . um gaúcho autêntico usando chiripá, no começo deste século (século passado), em poder do autor destas notas, mostra o homem com duas pequenas tranças laterais na comprida melena moura. . . E o chiripá tradicional era de merino, ou então feito de  um pala. No mais discreto e másculo. Vera Stédile Zattera, Pilchas do Gaúcho – Vincula Universidade de Caxias do Sul, página 63. O peão que leva chiripá fralda, também leva ceroulas que por vezes estão por fora das botas. Odalgil Nogueira de Camargo – Falando em Tradição e Folclore – Gráfica & Editora Berthier, página 157. O peão não era de muito luxo. Usava xiripá primitivo que se compõe de um  saiote da cintura até os joelhos. Maria Cândida Barboza – Aspectos de Folclore, Trdição e Cultura – Editora Pe. Berthier, página 54.     A indumentária do peão das vacarias compunha-se basicamente de  chiripá-saia ou farroupilha .  CITAÇÕES DE INDUMENTÁRIA GAÚCHA, especificamente sobre chiripá:   Segundo Von Hagen, os idios do Peru usaram chiripá. Saint-Hilare (1832) registra o uso do chiripá pelo gaúchos. . Tito Saubider (1952) in “Vocabulário y Refranero Criollo”. . .roupa característica do gaúcho. . . . Edward Larocque Tinker explica como  era usado o chiripá pelos Gaúchso Pampeanos. . . Conforme ilustrações de Luiz Celso Hyarup, os lanceiros negros da Revolução Farroupilha, usavam chiripá. . . Entendemos que todas estas citações, feitas por escritores, pesquisadores, folcloristas, estudiosos e tradicionalistas  sempre referidas no gênero masculino e sempre acompanhado de botas-de-garrão, deixa claro que CHIRIPÁ  é indumentária usada por homem, por peão dos idos de 1750 – 1850. Hoje o CHIRIPÁ, faz parte do Folclore Histórico ou Folclore Morto, como queira, é uma peça,  e x c l u s i v a m e n t e,  histórica e, assim sendo só é possível usar em projeção  e/ou reinterpretação folclórica e com botas de garrão, as que existiam na época ao aporte econômico  da classe social que usava chiripa. fora dessas duas situações, usar CHIRIPÁ, é atestado de ignorância desconhecimento total do que está fazendo. É fácil analisar. Você depara freqüentemente com pessoas usando chiripá  no comércio, na igreja, no mercado, no futebol? Claro que não viu. Pois é peça que não tem mais aceitação, não tem praticidade, foi substituída por outra mais funcional, mais confortável, mais prática. Entendo que existem pessoas, ditas,  a r t i s t a s que usam  chiripá, dizendo-se ser o seu “tipo”  e os tradicionalistas  e grande partes dos patrões, por desconhecimento ou conveniência  as contratam e, ninguém diz nada.

CHAIA DE DEZEMBRO 2008.

CALTARS – “TO”.


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Cinto de Segurança

 

                        O cinto de segurança é um equipamento obrigatório para todos os veículos que circulam na via pública. È um equipamento de proteção para o condutor e todos os tripulantes do veículo. O  tipo de cinto de segurança que oferece maior proteção ao usuário é o de três pontos, sendo dois fixos na lateral do veículo e um móvel. Á parte do cinto de segurança que fica  horizontalmente, abaixo do abdome, deve ser colocada  na região dos quadris, onde a estrutura humana oferece maior resistência. Não é correto usar o cinto de segurança na região abdominal, pois caso haja o acionamento do equipamento de proteção, nesta posição, provavelmente,  cause lesão interna, o que não acontecerá quando o uso for correto. O cinto evita que os usuários batam com a cabeça nas partes internas do veículo, (volante, painel e/ou pára-brisa), aumentando consideravelmente a segurança e o conforto do condutor e passageiros. Quando o veículo tem seu sistema de freios acionado, uma força projeta os ocupantes para á frente, em caso de colisão numa velocidade de  aproximadamente vinte e cinco  quilômetros por hora, condutor e passageiros sem o cinto de segurança não resistem esse impulso sem produzir traumatismo. O cinto de segurança protege os usuários para que não sejam projetados sobre o volante, pára-brisa ou para fora do veículo. Este equipamento de proteção tem base legal no Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº.9.503 de 23 de setembro de 1997) em seu artigo nº. 65 -  É obrigatório o uso do cinto de segurança para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional, salvo em situações regulamentadas pelo CONTRAN. O mesmo  Estatuto  Legal, penaliza com infração de trânsito grave (cinco pontos na CNH)  e multa em seu artigo 167 – Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança, conforme previsto no artigo 65: Infração grave mais a penalidade de multa.   A Resolução nº 15  de 06 de fevereiro de 1998, regulamenta os artigos  64 e 65 do CTB, orientando que os menores de  dez anos devem ser transportados no banco traseiro do veículo, usando cinto de segurança individual ou sistema de retenção equivalente.  Quando o veículo for dotado, exclusivamente de banco dianteiro, os menores de dez anos poderão ser transportados nesse banco observando rigorosamente as medidas de segurança.  Quando a lotação de menores de dez anos exceder a lotação do banco traseiro, será admitido transportar o menor de dez anos e de maior estatura no banco dianteiro. As excepcionalidades oferecidas pela Resolução 15 não se aplicam ao transporte remunerado de menores de dez anos em automóveis.

CRESCENTE DE  DEZEMBRO DE 2007

CALTARS – “TO”


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Rodeio

                        O Rio Grande do Sul, não teve a sorte das províncias do Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo, Minas Gerais e outras. Quando estes já contavam com cidades, o nosso Rio Grande ainda era considerado terra de ninguém, pois em 1534 D. João III resolveu dividir as terras brasileiras em Capitanias. Porém, as  do Sul não fizeram parte dessa divisão. O Sul, iniciou suas atividades povoeiras em março de 1626, com a fundação de São Nicolau pelos  Pe. Roque Gonzales e Miguel Ampuero, foram obrigado abandonar o local com os freqüentes ataques dos bandeirantes. Em 02 de fevereiro de 1687 o próprio Pe Roque retornou ao local.  Daí em diante, sucessivamente, foram aparecendo povoações, estradas, comércio e estabelecimentos educacionais. Observem que nossa proposta é falar sobre rodeio. Nestas alturas vamos nos valer do mestre  Aurélio Buarque de Holanda Ferreira que define o termo “rodeio”, como sendo: “exposição,  oral ou escrita, na qual se ladeia um assunto sem abordá-lo diretamente; perífrase, circunlóquio. 6. Bras.  Ato de ajuntar o gado para marcá-lo ou para curativo. Parar rodeio. Bras. RS Ajuntar o gado em determinado lugar do campo. Assim, podemos entender que “parar  rodeio” é reunir o  gado periodicamente  em determinado local do campo, isto é,  num local geograficamente apropriado para essa atividade. E, essa atividade segundo Luís da Câmara Cascudo,  renomado folclorista brasileiro, é sem dúvida ” Reunião de gado de uma estância no Rio Grande do Sul para contagem, cura de bicheira ou qualquer outro mal, simples vistoria e para o aparte, seja para vender o gado apartado, seja para retirá-lo para outra invernada. Local  em que se reúne o gado, em geral, sempre no mesmo lugar. Numa estância pode haver vários locais de rodeio: rodeio grande, rodeio de mangueira, etc. Parar rodeio. Operação de reunir o gado (repontar) desde os mais remotos rincões, no local do rodeio Pedir Rodeio. Solicitação que se faz a um fazendeiro vizinho, para  procura de gado extraviado. Dar Rodeio.   Reunião do gado a pedido de  um vizinho ou de um tropeiro. (General José Bina Machado). Já em 1817, Aires do Casal descrevia o rodeio: Em cada fazenda há uma colina, ou terreno dos mais elevados, determinado com o nome de rodeio, plano na sumidade, e com capacidade  para receber todo o gado, onde se ajunta, ás vezes que se julga necessário. Para isto, distribuídos os pastores a cavalo em torno do gado começam, a bradar-lhe rodeio, rodeio, a cujas vozes o gado marcha a trote para o rodeio em fileira, e dividido em 50  até 100 cabeças segundo o número em que pastam.  Esta manobra é indispensável, pôr o sinal e marca do dono no animal  que ainda não a tem , para se castrar, operação que se lhes faz em torno de dois anos, e pelo método praticado com os porcos, e para tirar o que passa de quatro anos; tanto  para que o gado não exceda  o número de cabaças que a estância possa sustentar,  faltando-lhe o pasto, porque, passando a viver mais tempo no campo, foge e desordena o restante do gado .” (Corografia Brasílica, 1º, 96, S. Paulo, 1943) De forma semelhante os trabalhos apresentados pelos escritores: Romanguera Corrêa, Antônio Alvares Pereira Coruja, Luiz Carlos de Moraes, Roque Callage, Rui Cardoso Nunes e Zeno Cardoso Nunes  convergem para um mesmo rumo, ou seja: rodeio é a reunião do gado em  local determinado e aberto, próprio para a lida, onde se desenvolvem as atividades de aparte,  para venda ou para troca de  invernada,  cura de bicheiras ou qualquer outro mal, aparte para marcar, para tosar as éguas, apartar os touros, para castrar ou simplesmente para contar o gado.  As grandes estâncias têm tantos rodeios quantas  invernadas fechadas  possuem.  Destarte, por tudo o que se viu, observa-se que “rodeio” é um local predeterminado,  dentro de uma invernada onde o campeiro trabalha o gado, em local aberto e  serve exclusivamente  para o manuseio necessário a boa criação, manutenção e engorda do gado. O rodeio em si, isto é, suas atividades nunca foram de diversão, lúdica  ou lazer.  Inclusive, o Movimento Tradicionalista  Gaúcho do Rio Grande do Sul  elaborou um regulamento para   Festa Campeira, onde  se desenvolvem as atividades: tiro de laço, pealo, prova de rédeas,  prova de chasque, vaca parada, cura terneiro, gineteada, jogo de tava, jogo de truco, jogo de bocha campeira, jogo de solo e finalmente a modalidade Tetarfe que inclui, tava, tejo, argola e ferradura. Estas atividades são desenvolvidas com a intenção de competitividade, com a classificação dos ganhadores, os melhores em cada categoria. Então, sendo competição, não é serviço. É competição, é esporte e lazer. Analisando estes aspectos, concluí-se que, em verdade, o que denominamos  rodeio é, sem sombra de dúvidas, uma festa campeira. Considerando que,  em termos de cultura o Rio Grande é muito novo, talvez uma das hipóteses seja a de  que tenhamos recolhido dos pagos da Esmeralda, lá pelos idos de 1951, quando o Sr.  Alfredo José dos Santos, desafiou seus companheiros para na cancha de propriedade de Ataliba Kuze, através de uma disputa, selecionar quem laçava ou pealava  melhor. Na época, denominaram  esse duelo de cordas de “rodeio”, porém das atividades nele desenvolvidas nenhuma foi laboriosa, todas foram orientadas para classificar os melhores laçadores sem nenhuma finalidade de trabalho, tão-somente competição.  Elegendo está hipótese, até os dias de hoje, nossas Instituições Tradicionalistas, equivocadamente, continuam denominando de Rodeio, as Festas Campeiras classificatórias e regionais, pois somente os classificados nestas  têm direito assegurado para competir na Festa Campeira do Rio Grande do Sul (FECARS),  evento de maior grandeza na categoria em  nosso Estado. Em caso de dúvidas, buscamos esclarecimento no artigo 11 do Regulamento da Festa Campeira do Rio Grande do Sul (FECARS). (Art. 11 – A FECARS se desenvolverá em 2 (duas) etapas a  saber: I – Fase classificatória regional; II Fase final ou de âmbito estadual). Que tal usarmos os termos corretos e valorizarmos mais os nossos hábitos e costumes?

 

CRESCENTE DE DEZEMBRO DE 2008       

CALTA/RS – “TO” 


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Eventos Tradicionalistas

               Os eventos tradicionalistas estão comprometidos com a autenticidade

da nossa Cultura. Barbosa Lessa, em 1954 no primeiro Congresso Tradicionalista realizado no CTG Ponche Verde em Santa Maria, previa a extinção do grupo local  do Rio Grande do Rio Grande do Sul, não soubemos manter a fidelidade dos nossos hábitos e costumes e        investimos no seguimento de menor importância. Preocupamo-nos com “o ser diferente”. Não conseguimos manter o linguajar tradicional, nem a indumentária. Tanto é verdade que até hoje, inclusive no ENART edição 2008, componentes de entidades  filiadas ao Movimento Tradicionalista Gaúcho, classificadas para a final do evento, participaram na categoria dança de salão, trajando “chiripa”. Existem coordenadores que em reuniões de trabalho usam “mala-de-garupa”. Nossos tradicionalistas, ainda usam faca em ambiente social. A rastra ainda não deixou de substituir a nossa tradicional guaiaca. Desta forma senhores tradicionalistas, qualquer grupo, dupla ou, seja lá o que for, faz o que bem entende durante as nossas atividade que deveriam ser tradicionalista. Nós, componentes do  Movimento Tradicionalista Gaúcho, somos os únicos responsáveis por esse desrespeito, por essa inversão de valores, por essa invasão  alienígena que estreita sobremaneira nossos horizontes culturais e, os que intitulam-se guardiões do que é nosso, descumprem  as normas emanadas pelo MTG e, curiosamente, nada lhes acontece. Os CCTTGG foram criados para cultuar nossa Tradição e por muito tempo assim permaneceram. Porém, quando iniciou o interesse pessoal, a desagregação do quadro social,  “o jantar-baile”, etc. foram surgindo, numa velocidade impressionante um elevado número de regulamentos que a grande maioria das entidades não cumprem, também foram surgindo, as distorções urdidas com os diferenciais de cada pseudo tipo. Imaginem, nós ainda não aprendemos a escrever a interjeição que se chama atenção de alguém o (Che), escrevemos a pronúncia “tche”. Desta forma, caro leitor, precisamos com urgência, salvar o que resta da nossa Cultura, deixar de lado a vaidade e o narcisismo, o invencionismo, o modismo e muitos outros “ismos”. Recadastrar os nossos quadros sociais com os verdadeiros tradicionalistas, usar nosso linguajar, trajar nossa indumentária autêntica, cantar, escutar, tocar e dançar nossa música tradicional e freqüentar uma instituição tradicionalista sadia abrilhantada por nossos grupos musicais e os que não desejam assistir nossas manifestações crioulas encontram-se  no lugar errado. Os CCTTGG foram criados, exclusivamente, para realizar atividades tradicionais, por esse motivo, o nome é CTG. Caso existam alguns que não concordam com nossos hábitos e costumes, têm toda liberdade de busca outra instituições, ninguém é obrigado  ser tradicionalista. Ser tradicionalista é uma opção daqueles que amam a terra que nasceram, sabem de onde vieram, onde estão e para onde vão.

CRESCENTE DE DEZEMBRO DE 2008.

CALTARS – “TO”


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Antes de Viajar, Lembre:

 

                        Para realizar uma viagem com segurança, sucesso e satisfação você deve, antes de sair verificar os documentos pessoais, (CNH antiga, aquela sem foto acompanhada da cédula de identidade. Se você possui a CNH nova, a que tem foto e assinatura do portador, esta, no Brasil, vale como identidade). Os documentos do veículo são constituídos de CRLV, Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos, Bilhete do Seguro Obrigatório (DPVAT). Verifique  os itens: chave de roda, triângulo, macaco, extintor em perfeitas condições de uso e  chave de fenda quando a chave de roda não possuir um lado apropriado para retirar calota. Revise lâmpadas, freios, calibragem dos pneus, quando estiverem frios e balanceamento das rodas. Pneus bem calibrados duram mais, economizam combustível e aumentam a estabilidade e a segurança. Mantenha uma distancia segura do veículo da frente. Quanto maior a velocidade  maior devera ser a distância. Em caso de chuva, vento ou qualquer outra condição adversa diminua a velocidade e aumente a atenção. Condições adversas da rodovia, má sinalização, buracos ou fluxo intenso de trânsito não justificam acidentes, estes só ocorrem quando a imprudência, imperícia e negligência passam a sugerir velocidade inadequada, ultrapassagens indevidas e outros tipos de agressividade que o condutor aceita. Não aceite provocações. Faça uma viagem tranqüila e segura.Vá com segurança para poder voltar com  satisfação. Boas Festas!

CHEIA DE DEZEMBRO DE 2008.

CALTARS – “TO”.


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Distância de Seguimento

                        É dever de todo condutor de veículo, guardar distância de segurança entre o veículo que dirige e o que segue imediatamente à sua frente. A distância de seguimento é mais importante pela circunstância de que dentro desta estão as distâncias de reação, de frenagem, de parada e de segurança. Este complexo de distâncias são analisadas da seguinte maneira: A distância de seguimento absorve a distância de reação. Esta  é o deslocamento do veículo no tempo em que o condutor vê o perigo e toma providência para evita-lo. Quando o condutor vê um perigo ele só  aciona o sistema de freios apo esgotar o tempo de reação. O lapso de tempo entre ver e agir é denominado de tempo de reação ou distância de reação. Desde que vemos o perigo até agirmos o veículo continua na mesma velocidade que desenvolvia antes.  Um condutor normal, isto é, em perfeitas condições de saúde com boa coordenação motora elabora esta reação em aproximadamente 0,75 segundo. Neste tempo um veículo deslocando-se a 80Km/h percorre 16,65 metros. Esta distância somada a de frenagem que influem diversos fatores tais como pneus, asfalto seco ou molhado, paralelepípedo ou qualquer outro tipo de pavimentação, sempre considerando se está seco ou molhado. Considerando uma via revestida com asfalto  e este em estado seco, após acionar o sistema de freios até a imobilização do veículo ele percorre 31,30 metros. Agora temos duas determinantes, a distância de reação, 16,65 metros e a distância de frenagem 31,30 metros, estas duas constituem a distância de parada, portanto  47, 95 metros para o veículo ficar imobilizado.  Para chegarmos a distância de  seguimento falta-nos a distância de segurança  esta, é a que devemos  manter do veículo  que se desloca  imediatamente a nossa frente. Esta distância depende muito do preparo de cada condutor. Recomenda-se que a distância de seguimento seja correspondente a metade da velocidade desenvolvida pelo veículo que dirigimos, isto é, se você desloca-se a uma velocidade de 80 quilômetros por hora e distância de seguimento recomendável é de aproximadamente quarenta metros do veículo da frente. Sabemos que é muito difícil de mantermos essa distância de seguimento, porque nem todos os condutores têm esse conhecimento e tentam ultrapassar o meu carro para ocupar o meu espaço, a minha distância seguimento. A esperança é a que algum dia nossos condutores tenham o conhecimento suficiente de como dirigir com segurança, economia e tranqüilidade.

NOVA DE DEZEMBRO DE 2008

CALTARS – “TO’.

 


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Pascoa

                                                           P A S C O A

 

                                  

 

                            Conceitos de tradição existem diversos, depende do entendimento e da extensão que cada autor pretende conotar, nós conceituamos tradição como nos oportuniza etimologicamente o vernáculo. “traditio, de tradere”. dar em mãos, entregar, passar a outro. Em sentido amplo, tradição revela tudo o que se passa, ou se transmite através do tempo e do espaço. É a transmissão, ou passagem de fatos ou de coisas boas de pessoa a pessoa. No linguajar popular é a transmissão de fatos de geração a geração, a fim de que os tenham presentes e os conserve. Em regra a tradição importa na transmissão de fatos ou revelação das coisas pele memória,  traduzindo assim  o etimológico sentido: “tradere”- Dar em mãos, transmitir oralmente costumes, doutrinas, acontecimentos através  dos tempos, de pessoa para pessoa ou de pai para filho. Este estatuto domina as pessoas. Com tamanha influência, que sobremaneira lhes permite o questionamento do fato informado. Senão vejamos: A páscoa. Não a Páscoa ressurreição de Jesus Cristo, mas a Páscoa ovo e coelho. A Páscoa no calendário católico, é a festa que comemoramos a Ressurreição de Jesus Cristo, três dias após sua morte. E a Páscoa, ovo e coelho, que significado terá? Os teólogos (homens que estudam a doutrina da religião cristã) , explicam que a comemoração da Páscoa, com ovos e coelhos, teve origem há muitos anos. Em uma parte do mundo a Páscoa é comemorada no início da Primavera, e como o coelho é um dos  primeiros animais a sair da toca depois do rigoroso inverno, traz o significado de que  a vida continua., apesar da rigorosa desolação causada pelo frio. O aparecimento do coelho ( do mesmo modo que a ressurreição de Cristo), marca o início de uma nova vida. Quando os coelhos saem de suas tocas, na primavera, trazem consigo uma porção de filhotinhos, reforçando ainda mais a idéia de que apesar da tentativa do inverno de destruir toda a espécie de vida, o coelho sobrevive e trouxe mais vida sobre a terra. Apesar da tentativa de destruição do Cristianismo (crucificação de Jesus Cristo) a ressurreição de Cristo  marcou uma nova era, cheia de pujança e glória. Mas. . . qual o significado do ovo? – Há muito e muito tempo, costumava-se comemorar a ressurreição de Cristo, dando-se presentes uns aos outros. Porém, na Alemanha, numa região próxima a Floresta Negra, estava acontecendo algo desolador. A Alemanha estava em guerra e após o inverno ( a época da Páscoa) não havia quase nada, nessa região. E, as crianças não podiam passar pela decepção de nada ganhar, pois era costume receber alguma coisa. Então, surgiu uma idéia para resolver o problema. Haviam ovos de galinha. Resolveram pintá-los com cores bem vivas e colocá-los juntos às  árvores da Floresta Negra. Na manhã de Páscoa, as crianças da aldeia queriam saber onde estavam os presentes. Os adultos mandavam que os procurassem na Floresta Negra. Foram para a floresta, todas as crianças da aldeia. Quando lá chegaram, qual foi a surpresa: junto à árvores, estavam grande quantia de ovos coloridos. As crianças quiseram saber quem os trouxera. A resposta veio pronta e rapidamente: – Os coelhos. Essa é a origem da comemoração da Páscoa com coelhos e ovos. A tradicional festa de Domingo de Páscoa, é  no seio da família, uma expressão de júbilo, pelo grande acontecimento de caráter religiosos. A  distribuição de ovos é apenas mais um elo da cadeia de comemorações que trazem a força da TRADIÇÃO. As comemorações das grandes datas propiciam um encontro do indivíduo consigo mesmo, com o seu credo, com a sua família, enfim, com todos aqueles que lhe são caros.

 

 

CRESCENTE DE MARÇO DE 2005.

CALTARS – “TO”


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